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domingo, 24 de janeiro de 2010

Snap... A Pulseirinha do Sexo?






É a nova febre entre os adolescentes. Trata-se de um jogo iniciado na Inglaterra que ganhou a internet e agora está espalhado pelo mundo todo inclusive no Brasil.



Os adolescentes escolhem uma pulseirinha de uma determinada cor e isso dita uma liberação imediata para um favor sexual. Vai de um simples beijo na boca até uma transa completinha.



O objetivo da pulseira é comunicar aos adeptos do joguinho qual o limite dele na abordagem. Sendo assim, fica mais fácil de discernir as intenções.



Pois é, há uma visível evolução nas relações. Antes era preciso muito bate papo, meses de namoro e até um vínculo de casamento para que houvesse relação sexual, hoje, basta empunhar uma pulseira e com poucas palavras estão na cama fazendo tudo que tem direito.



Poderia confundir-se com mais uma daquelas modas que pega, uma vez que é usado por milhares em várias escolas primárias e preparatórias no Reino Unido e custa apenas uns cêntimos em qualquer banca ao virar da esquina. E antes fosse.



Mas as diferentes cores das ditas pulseiras de plástico – preto, azul, vermelho, cor-de-rosa, roxo, laranja, amarelo, verde e dourado – mostra até que ponto os pupilos estão dispostos a ir, se se proporcionar, desde dar um beijo até fazer sexo.







Andam uns atrás dos outros nos recreios das escolas, na tentativa de rebentar uma das pulseiras. Quem a usava terá de “oferecer” o acto físico a que corresponde a cor. É o “último grito” do comportamento promíscuo que sugere, cada vez mais, que a inocência da infância pertence a um passado longínquo.



Quase tão chocante como as “festas arco-íris” – encontros com muito álcool e droga à mistura, em que as raparigas [termo utilizado em Portugal para menina] usam batons de cores diferentes para deixar a “marca” nos rapazes após o sexo oral -, as "pulseiras do sexo", que custam apenas um euro (um pacote com várias), têm um custo maior que foge ao alcance de muitos pais.



"A amarela é a melhor porque significa que só se tem de abraçar um rapaz. A laranja significa uma “dentadinha de amor” e a roxa já dá direito a um beijo com língua", explica uma menina de 12 anos ao jornal The Sun.



Todavia, à medida que a paleta de cores avança, o nível de intimidade também é maior: "se um rapaz arrebentar uma pulseira cor-de-rosa, a menina tem de lhe mostrar o peito, se for vermelha tem de lhe fazer uma lap dance e azul é sexo oral", continua. As verdes são as dos "chupões no pescoço".



As pulseiras mais ambicionadas são a preta e a dourada, significando a primeira "ir até ao fim com um rapaz" e a segunda todos os actos descritos anteriormente, do mais inocente ao mais impróprio para a idade."A douradas são muito raras, por isso se encontrares uma na loja, tens de obrigar a tua mãe a ir comprá-la!", explica.





Símbolo de Respeito?



Como quase em tudo nestas idades, existe um estigma por detrás das pulseiras: quem não as usar é ostracizado e quem usar as cores preto e dourado é mais respeitado.



"No meu grupo da escola, a líder – que serve de exemplo para todos – só usa pulseiras pretas e douradas. Todos os rapazes da minha turma usam pretas e se uma rapariga também usa, eles gostam todos dela", conta a criança de 12 anos.



Shannel Johnson, de 32 anos, descobriu através da filha, de oito, o significado das pulseiras e admitiu ao The Sun que nunca suspeitaria do código subjacente. Quando a filha Harleigh lhe disse que se alguma rebentasse, tinha de fazer um "bebé com um rapaz", Shannel teve uma conversa com a filha, chamando-a à realidade.



Esta mãe, preocupada, começou a pesquisar na Internet e descobriu sites onde se vendiam as pulseiras, grupos no Facebook e fóruns de menores a discutir quem usava que cores. Enquanto alguns pais já confiscaram as pulseiras, muitos continuam na ignorância do significado destes acessórios aparentemente da moda.



A Folha de São Paulo em sua edição eletrônica do último dia 7/12/2009, também dá destaque “as pulseiras do sexo” em um artigo editado por INARA CHAYAMITI, no qual ela afirma: “Pulseiras da amizade ou do sexo?



Os adereços coloridos ganharam o braço dos jovens e também as páginas dos jornais. Para quem ainda não conhece, os plásticos fazem parte de um jogo que começou na Inglaterra e chegou ao Brasil pela internet.



Nele, a pessoa que tem sua pulseira arrebentada precisa cumprir a tarefa da cor correspondente. A brincadeira pode ir de um simples abraço à relação sexual de fato --mas, será que os pequenos dão mesmo este significado ao uso das pulseiras?”.

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